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sábado, 4 de julho de 2009

Rede Brasil Atual: Pesquisa revela que renda da classe C cresce 13%

Aumento do salário mínimo e políticas socias explicam elevação, segundo economista

Por: Gilson Monteiro, Jornal Brasil Atual

Publicado em 03/07/2009

Levantamento realizado em dezembro de 2008 indica que a renda do trabalhador brasileiro continua crescendo e melhor, está sobrando um pouco mais no fim do mês. De acordo com o estudo Observador Brasil, a cada vez mais numerosa classe C viu a renda subir 13% com a média pulando de R$ 1.062 para R$ 1.201.

De acordo com o especialista em finanças Amir Khair, a explicação para a boa notícia está na atuação do governo Lula que estimulou o consumo como base de crescimento econômico com aumentos no salários mínimo e a criação de programas sociais.

"Foram políticas que considero bem sucedidas e bem diferentes de políticas de caráter econômico anteriores", afirma. "O resultado é que, na medida em que se concede mais recursos para a base da pirâmide social, isso volta para a sociedade como um todo e ajuda a criar uma classe média mais forte no país", explica. Essa classe média é o que está segurando a repercussão da crise internacional.

Apesar da crise financeira, a pesquisa indica também que o otimismo do brasileiro continua crescente. De 0 a 10, a situação brasileira ganhou nota 5,62, a mais elevada desde quando a pesquisa teve início, em 2005. Entre os 14 países onde o levantamento foi feito, a avaliação brasileira foi a maior.

O economista Amir Khair avalia que o Brasil conseguiu se manter ileso se comparado com outras nações graças à política econômica adotada nos últimos meses. Para ele, gradualmente o país está usando o potencial que tem e com isso mudando as visões mais pessimistas.

"Cada vez que sai uma nova pesquias, mostra índices de confiança em crescimento bastante expressivo. Então, creio que esta tendência deverá permanecer ao longo de 2009 e se intensificar ainda mais em 2010", aponta. Amir Khair cita os resultados das contas externas e a venda recorde de veículos novos em junho como exemplos de sucesso.

Link original AQUI.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Ilha das Flores

Esse é um curta que todo mundo devia assistir.
Só tem 15 minutos, assista quando puder que vale a pena.





links:
parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=Zfo4Uyf5sgg
parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=6IrGibVoBME

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Paulo Bernardo: Pela primeira vez na história do país, o pobre não está pagando a conta numa crise

Número de pobres caiu no Brasil apesar da crise, diz IPEA

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Apesar da atual crise econômica global, cerca de 316 mil brasileiros saíram da linha da pobreza entre outubro do ano passado e março deste ano, segundo estudo divulgado nesta terça-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo a pesquisa, nesses seis meses, 315.921 brasileiros deixaram a condição de pobreza nas seis maiores regiões metropolitanas do país --São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Pelos critérios do Ipea, órgão ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, está abaixo da linha da pobreza quem tem rendimento domiciliar per capita menor que meio salário mínimo.

Segundo o Ipea, a taxa de pobreza nessas seis regiões em março deste ano ficou em 30,7 por cento, 1,7 por cento menor que a registrada em março do ano passado, o que representa uma redução de 670 mil pessoas na condição de pobreza.

"Pela primeira vez na história do país, o pobre não está pagando a conta numa crise", disse o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que participou da divulgação do estudo.

Para o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, a redução da pobreza durante a atual crise se deve à adoção de políticas anticíclicas pelo governo. Como exemplos, ele citou a ampliação de programas de transferência de renda e o reajuste neste ano de 12 por cento no salário mínimo, referência para a maior parte dos benefícios concedidos pela Previdência Social.

"De 1980 para cá essa é a primeira vez que estamos enfrentado a crise com políticas keynesianas", disse Pochmann a jornalistas.

"Nas crises anteriores em vez de se ter políticas anticíclicas, nós aumentávamos os juros, reduzíamos os gastos, reduzíamos os investimentos e o salário mínimo não crescia", acrescentou ao ressaltar que 35 por cento da população brasileira tem renda garantida independente do mercado de trabalho.

De acordo com o levantamento de outros períodos de crise, o contingente de pobres aumentava substancialmente no país.

Entre 1998 e 1999, por exemplo, o número de pobres avançou no Brasil em 1,9 milhão. De 1982 a 1983 a estimativa do Ipea é que a quantidade de pobres expandiu-se em 7,7 milhões nas seis maiores regiões metropolitanas e, na crise de 1989 e 1990, o número de pobres teve incremento de 3,8 milhões de pessoas.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

link original AQUI.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Newsweek: Como o Brasil reverteu o curso

A revista online Newsweek conta como o Brasil, que teve uma das maiores desigualdades sociais do mundo durante anos, consegue encolher o abismo social entre ricos e pobres durante o governo Lula.

Link AQUI.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Desigualdade Social



Retrato do Brasil: Condomínio de luxo e favela separados por um muro em São Paulo.